Tempo Comum, 30ª semana Liturgia de hoje
Católicos Orantes

Evangelho de 4 de novembro

Quarta-feira, 4 de novembro de 2026

São Carlos Borromeu, bispo, Memória

Cor litúrgica: branca

Evangelho: Lc 14,25-33 segundo Lucas

Evangelho: Lc 14,25-33

Aclamação ao Evangelho 
1Pd 4,14

R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
V. Felizes sereis vós, se fordes ultrajados 
    por causa de Jesus, pois repousa sobre vós 
    o Espírito de Deus.

EVANGELHO

Qualquer um de vós, se não renunciar a tudo
o que tem, não pode ser meu discípulo!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 14,25-33


Naquele tempo,
25
grandes multidões acompanhavam Jesus.
Voltando-se, ele lhes disse:
26
"Se alguém vem a mim, 
mas não se desapega de seu pai e sua mãe, 
sua mulher e seus filhos,
seus irmãos e suas irmãs 
e até da sua própria vida,
não pode ser meu discípulo.
27
Quem não carrega sua cruz 
e não caminha atrás de mim,
não pode ser meu discípulo.
28
Com efeito: 
qual de vós, querendo construir uma torre,
não se senta primeiro e calcula os gastos,
para ver se tem o suficiente para terminar?
Caso contrário,
29
ele vai lançar o alicerce 
e não será capaz de acabar.
E todos os que virem isso 
começarão a caçoar, dizendo:
30
'Este homem começou a construir
e não foi capaz de acabar!'
31
Ou ainda:
Qual o rei que ao sair para guerrear com outro,
não se senta primeiro e examina bem
se com dez mil homens poderá enfrentar o outro
que marcha contra ele com vinte mil?
32
Se ele vê que não pode,
enquanto o outro rei ainda está longe,
envia mensageiros para negociar as condições de paz.
33
Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós,
se não renunciar a tudo o que tem,
não pode ser meu discípulo!"
Palavra da Salvação.

Texto litúrgico: CNBB (Liturgia Diária)

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Reflexão do Evangelho de 4 de novembro de 2026

Calcular o custo de seguir Jesus

Hoje a Igreja celebra a memória de São Carlos Borromeu, bispo. No Evangelho, Lucas conta que grandes multidões acompanhavam Jesus. Ele se volta para elas e fala com franqueza: quem quer ser seu discípulo precisa desapegar-se até dos laços mais queridos e da própria vida, carregar a cruz e caminhar atrás dele. Para explicar, conta duas comparações: o homem que vai construir uma torre e o rei que vai para a guerra. Ambos se sentam primeiro e fazem as contas.

"Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim, não pode ser meu discípulo." (Lc 14,27)

Jesus não está mandando desprezar pai, mãe ou filhos. A linguagem é forte para mostrar que nada pode ocupar o lugar de Deus no coração. Quando Cristo está em primeiro lugar, os outros amores não diminuem: ficam purificados e encontram a sua ordem. Andar no meio da multidão é fácil; ser discípulo é outra coisa. Supõe uma decisão pessoal, pensada, que não se desfaz no primeiro obstáculo. A cruz de que Jesus fala não é um sofrimento procurado, mas a fidelidade de cada dia, que às vezes custa.

Todo brasileiro conhece obra parada: a casa que começou a subir e ficou no tijolo, a laje sem acabamento porque o dinheiro acabou. Jesus usa essa cena tão comum para falar da fé. Muitos começam com entusiasmo, num retiro, num encontro de casais, numa crisma, e depois o fervor esfria quando chegam as dificuldades. Fazer as contas, aqui, não é desanimar, é ser realista: seguir Jesus vai pedir renúncias, perdão, tempo, honestidade quando ninguém está vendo. E é também lembrar que não construímos sozinhos. A graça de Deus, a oração e a comunidade são o recurso que torna possível terminar a obra.

Renunciar a tudo o que se tem é, no fundo, não deixar que nada nos possua a ponto de nos afastar de Cristo.

Para rezar: O que hoje ocupa no meu coração o lugar que deveria ser de Jesus?

Sugestão de oração: Senhor Jesus, dá-me um coração livre para te seguir e a perseverança de levar até o fim o que comecei por amor a ti. Amém.

Reflexão do Católicos Orantes. Não substitui a homilia nem a orientação de um sacerdote.

Reze com o Evangelho

Leia o texto com calma. Depois, deixe a Palavra conduzir a sua oração.

Este dia na liturgia

Quarta-feira, 4 de novembro de 2026: a Igreja celebra a memória de São Carlos Borromeu, bispo, na 31ª semana do Tempo Comum. A cor litúrgica é o branco. O Evangelho do dia é Lc 14,25-33. Nas leituras dos domingos, a Igreja está no Ano A; nas dos dias de semana, no Ano II. Os santos do dia são S. Carlos Borromeu, São Carlos Borromeu e SS. Vital e Agrícola.

Tempo litúrgico
31ª semana do Tempo Comum
Celebração
Memória de São Carlos Borromeu, bispo
Cor litúrgica
Branco
Ano litúrgico
Ano A nos domingos, Ano II nos dias de semana
Liturgia das Horas
Semana III do saltério
Evangelho
Lc 14,25-33
Terço do dia
Mistérios Gloriosos

Ver todas as leituras da Missa deste dia

Evangelho dos próximos dias

Evangelho de domingo

Perguntas frequentes

Qual é o Evangelho de 4 de novembro de 2026?

O Evangelho de quarta-feira, 4 de novembro de 2026 é Lc 14,25-33, do Evangelho segundo Lucas. A liturgia do dia é São Carlos Borromeu, bispo, Memória.

Onde ler a liturgia completa?

Na página Liturgia diária do Católicos Orantes, com todas as leituras da Missa do dia, o salmo e o Evangelho, segundo a CNBB.

Como rezar com o Evangelho do dia?

Leia o texto devagar e em silêncio. Depois, faça a Lectio Divina: leitura, meditação, oração e contemplação. A Lectio Divina guiada do site conduz cada passo com o Evangelho do dia.

Qual é a cor litúrgica de 4 de novembro de 2026?

A cor do dia é o branco. Na liturgia, o branco é a cor da alegria e da glória, usada no Natal, na Páscoa e nas festas do Senhor, de Nossa Senhora e dos santos que não foram mártires.

Em que tempo litúrgico estamos em 4 de novembro de 2026?

Quarta-feira, 4 de novembro de 2026 está na 31ª semana do Tempo Comum. Faltam 25 dias para o Advento.

Qual é o ano litúrgico em 4 de novembro de 2026?

Para as leituras dos domingos, é o Ano A. Para os dias de semana, é o Ano II. O ano litúrgico começa no primeiro domingo do Advento.

Qual é o santo de 4 de novembro?

A Igreja lembra S. Carlos Borromeu, São Carlos Borromeu e SS. Vital e Agrícola.

Qual terço rezar em 4 de novembro de 2026?

Na quarta-feira, rezam-se os Mistérios Gloriosos, conforme a distribuição da semana proposta por São João Paulo II.

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